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Saiba se o curso de Ciências Contábeis é para você!

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Não importa se você fará o vestibular pela primeira vez ou se está vivenciando novamente esse processo seletivo: os momentos que antecedem o exame sempre são marcados por muita reflexão sobre qual graduação fazer para ter uma carreira produtiva, bem remunerada e capaz de gerar autorrealização a cada novo projeto ou atividade. Isso fica ainda mais evidente quando você se interessa por uma área em especial — como o Curso de Ciências Contábeis —, mas não tem referências ou informações o suficiente sobre ela.

Por esse motivo, resolvemos ajudá-lo reunindo os principais pontos sobre essa formação, trazendo curiosidades sobre o mercado de trabalho na área para deixá-lo a par de como é a jornada acadêmica e profissional de um contador. Animado? Então acompanhe!

Como é o curso de Ciências Contábeis?

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O curso de Ciências Contábeis tem duração de quatro anos e é uma formação que concede, ao final desse período, o título de bacharel para o estudante. Na prática, isso significa que a graduação é um bacharelado. Ou seja, não tem uma abordagem específica de um campo de atuação dessa área, mas sim uma visão sistêmica sobre todas as atividades que a profissão contempla, permitindo que você, ao longo do seu período na faculdade, escolha de maneira segura e consciente qual delas deseja realizar no seu futuro profissional.

A seguir, você confere alguns detalhe dessa graduação, o que envolve média anual de matrículas, grade curricular e estágio supervisionado.

Média de matrículas no Brasil

Os relatórios estatísticos da graduação no Brasil, que são desenvolvidos pelo Ministério da Educação, apontam que entre 1995 — primeiro ano em que houve tabulação de dados do ensino superior pelo órgão — e 2018 houve um crescimento massivo na procura pelo curso de Ciências Contábeis em todo o país. Prova disso é que na primeira edição do levantamento, cerca de 107.138 vestibulandos ingressaram nessa formação. Já 23 anos depois, o número de estudantes foi de 359.840. Um aumento de 335,86%.

Para se ter ideia da dimensão da popularidade dessa graduação em todo o território nacional, ela ficou no top 3 dos que tiveram maior volume de novos estudantes, ficando atrás apenas de Direito (com 863.101) e Pedagogia (com 747.890).

Grade curricular

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A grade curricular do curso traz disciplinas voltadas para a abordagem prática e teórica dos campos de atuação do contador. O objetivo disso é contextualizar a rotina laboral da profissão para os estudantes e estimulá-los, desde o primeiro semestre, a desenvolverem competências que os preparem para o mercado de trabalho.

Para completar, a grade ainda traz conteúdos que os familiarizam com os principais conceitos de áreas afins às Ciências Sociais e indispensáveis para a carreira corporativa, como a Economia, o Direito e a Administração. Abaixo, você confere algumas das principais matérias dessa graduação:

  • Práticas de Auditoria e Perícia;
  • Avaliação de Empresas;
  • Gestão de Investimentos e Riscos;
  • Contabilidade Gerencial;
  • Contabilidade Comercial;
  • Gestão Orçamentária;
  • Contabilidade Pública;
  • Contabilidade Rural;
  • Finanças Corporativas;
  • Fundamentos de Administração;
  • Fundamentos de Direito;
  • Fundamentos de Economia.

Estágio supervisionado

No último semestre do curso de Ciências Contábeis, você realiza o estágio supervisionado em uma empresa pública ou privada conveniada à sua instituição de ensino. Essa atividade é obrigatória e tem como objetivo o primeiro contato do acadêmico com a prática profissional da área escolhida, o que o permite se habituar aos princípios organizacionais que regem as companhias, aprender sobre a hierarquia corporativa e realizar tarefas nas quais pode aplicar o conhecimento adquirido ao longo da formação.

Mas não acaba aí, já que os estudantes têm a chance de se aprofundar nas regras e instruções normativas que regem o trabalho desenvolvido pelos contadores e que são estabelecidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFF). Elas dizem respeito não só ao código de ética da categoria, mas à forma de prestação e cobrança de serviços.

O que faz um profissional da área?

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Como apresentado na resolução CFC nº1328/11, o trabalho do profissional da área é voltado para a organização tributária, fiscal e financeira de pessoas físicas e jurídicas. Para isso, o contador realiza auditorias e perícias contábeis, faz checagens históricas de dados corporativos e legais e promove revisões de informações monetárias privativas dos clientes.

Dessa forma, o profissional assegura que a legislação seja seguida à risca e que as instituições públicas fiscalizadoras sejam respeitadas, evitando que os contratantes de seus serviços apresentem comportamentos ilegais e de irresponsabilidade financeira. Essa ações seriam capazes de levá-los à ruína comercial com o fechamento do negócio, acúmulo de dívidas com o Município/Estado, processos com a Receita Federal, perda de linhas de crédito, cancelamento de licitações públicas, entre outros.

Como é o mercado de trabalho para este profissional?

Depois de falarmos bastante sobre a formação do contador e sua atuação, que tal nos aprofundarmos sobre como é o mercado na área das Ciências Contábeis? Dessa forma, você pode saber mais sobre média salarial, carga horária de trabalho e volume de trabalhadores dessa categoria — assim como as características deles. Confira!

Profissionais ativos no mercado

Segundo dados disponíveis no site do Conselho Federal de Contabilidade, existem 353.432 profissionais das Ciências Contábeis registrados no órgão e atuando de forma legal no país. Desse total, 60,65% se concentra em cinco estados, três da região Sudeste e dois da região Sul. São eles: São Paulo (com 97.299), Rio de Janeiro (com 35.787), Minas Gerais (com 31.965), Rio Grande do Sul (com 24.682) e Paraná (com 24.625).

Porém, não se deixe enganar por conta desse resultado, achando que o mercado já está sobrecarregado de profissionais e que isso, consequentemente, reduzirá os níveis de empregabilidade no segmento, certo? Isso porque a verdade é que o número de contadores ainda é razoavelmente baixo para atender a demanda da população brasileira.

Para comprovar o que estamos dizendo, basta considerarmos a quantidade de habitantes de São Paulo — aproximadamente 44,04 milhões de pessoas —, local que detém o maior número de profissionais da área. Mesmo dividindo igualmente o número de residentes pelo de contadores, ainda haverá cerca de 452 indivíduos para cada profissional. Ou seja, uma quantidade muito grande a ser atendida por ano. Para se ter ideia, é uma média de 1,23 novos clientes por dia.

E isso porque estamos falando apenas de pessoas físicas que precisam de serviços de contabilidade, não incluímos empresas e órgãos públicos que também requerem diferentes trabalhos (muitos, inclusive, mais complexos, demorados e com complicações legais). Portanto, como mostrado, esse ramo está longe de passar por uma superlotação de trabalhadores. Ao contrário, há bastante oferta de oportunidades para os recém-formados.

Empresas de contabilidade, empreendedorismo e profissionais autônomos

Os dados do CFF vão além e também apontam quantas sociedades contábeis existem em todo o território nacional: 36.517. A maioria, como você já deve imaginar, segue o padrão já estabelecido no tópico anterior e se agrupa nos mesmos cinco estados do Sul e Sudeste do país — aproximadamente 71,98% do montante de empresas.

Porém, o que de fato se destaca são os números de contadores que se tornam empreendedores, sendo responsáveis diretamente por parte dessas organizações, e aqueles que têm uma atuação autônoma como microempreendedor individual (MEI).

Afinal, essa escolha permite um ritmo de trabalho diferenciado, a construção de um portfólio de serviços, uma maior flexibilidade da jornada laboral e a atuação sem contrato restritivo de atividades. Resumindo: muito mais oportunidades e desafios para a sua carreira. Ao todo, são nada mais, nada menos que 18.805 profissionais que montaram os próprios negócios e 6.654 com registros como MEI.

Rendimento médio do contador

Conforme levantamento do site Salário, o contador brasileiro tem um rendimento mensal de R$ 4.528,19. Contudo, aqueles que trabalham em organizações de grande porte podem ganhar de 17,89% a 46,85% a mais, recebendo desde R$ 5.515,58 até R$ 8.520,95. Tudo dependerá do seu nível de experiência profissional e, é claro, do seu grau de formação acadêmica — isto é, se há pós-graduação, como especializações ou MBAs.

Outro ponto interessante destacado no relatório do portal é a carga horária cumprida durante a jornada de trabalho do contador, que fica sempre em torno de 43 horas semanais.

Quais são os campos de atuação para o contador?

“Já entendo melhor o faz um contador e como está o mercado de trabalho para os recém-formados. Porém, em quais campos de atuação posso seguir com um planejamento de carreira?”, você deve estar se perguntando. Por isso, reunimos algumas das principais áreas para você conhecer e entender qual o foco de cada uma delas.

Auditoria

Na auditoria, o contador assume o papel de monitoração e verificação do patrimônio acumulado de uma organização. Por conta disso, ele examina constantemente documentos ligados aos recursos financeiros e aos bens materiais registrados em nome do negócio para identificar potenciais incongruências entre o que está sendo contabilizado, o que está sendo divulgado aos sócios e funcionários e o que, de fato, está sob posse dele.

Em companhias de grande porte, especialmente quando falamos de multinacionais, é comum que haja auditorias separadas, realizadas em setores, filiais ou franquias. Posteriormente, os resultados são compilados e repassados à diretoria do empreendimento.

Perícia

A perícia é uma área muito próxima da auditoria. Tanto é que muitas pessoas costumam confundi-las, acreditando que sejam a mesma coisa — e, em parte, estão certas. Parece confuso dizer isso? A gente explica! Tanto uma atividade quanto a outra têm o mesmo objetivo: detectar falhas nos documentos fiscais e financeiros, encontrando, assim, indícios de desvios de verbas, falsificações, sistemas adulterados, propriedades sem registro, sonegações etc. No entanto, elas diferem quanto à forma em que são empregadas.

A auditoria, geralmente, é interna, realizada pelo setor contábil da empresa ou por escritórios de contabilidade terceirizados. O trabalho realizado é mensal, semestral e anual para fins de prestação de contas entre os administradores do local. Já a perícia é realizada externamente, por um contador sem vínculo com o negócio ou com o escritório terceirizado.

Por esse motivo, ela é contratada de forma particular e temporária para identificar crimes internos que estejam (ou foram) encobertos, mas que, por qualquer motivo que seja, estejam levantando suspeitas entre sócios, acionistas, investidores etc. A partir daí, o perito pesquisa a fundo atrás de vestígios deixados por funcionários ou ex-colaboradores, departamentos, pastas e projetos.

Vale mencionar que, em muitos casos, o perito é levado até a organização por conta de uma ou mais investigações criminais e, representando a Receita Federal, busca traçar até que ponto todo o empreendimento era utilizado para golpes e falcatruas fiscais.

Diretoria financeira

A diretoria financeira é o ramo ligado ao planejamento, controle, prospecção e avaliação de recursos dos negócios para que eles se mantenham ativos e sem prejuízos. Ela é responsável, por exemplo, pela gestão da folha de pagamentos dos funcionários, pelas contratações para os departamentos pessoais, aquisições tecnológicas e operacionais para linhas de produção, pelo repasse dos lucros aos investidores, pelo pagamento de custos do setor jurídico, pela manutenção da tesouraria interna e muito mais.

A diretoria também está à frente das previsões orçamentárias e das metas estabelecidas para o crescimento das companhias, garantindo a saúde financeira e a viabilidade de expansões comerciais. Em suma, são diversas responsabilidades.

Controladoria

A controladoria é um ramo estratégico e necessário em qualquer empresa, pois é ela que faz os repasses do orçamento corporativo para a elaboração e a aplicação de projetos, cobrando, em seguida, resultados que comprovem como eles estimularam a melhoria da performance dos departamentos (de marketing, vendas, recursos humanos, logística, engenharia etc.).

É por meio dos profissionais desse campo que a gestão administrativa da organização consegue identificar problemas com custos internos elevados, produtividade operacional baixa e projeções de crescimento defasadas e incompatíveis com o cenário financeiro que ela apresenta no momento.

Escrituração

O campo da escrituração fiscal, por sua vez, envolve o trabalho do contador em concentrar, em um mesmo relatório fiscal virtual e físico, todas as atividades financeiras de uma organização que estejam relacionadas aos impostos, às taxas e às contribuições legais de uma organização para com a Receita Federal.

Esse é um processo complexo e de extrema importância, pois é por meio dele que as empresas comprovam que estão cumprindo com as leis e responsabilidades assumidas com o Governo, que autoriza o funcionamento das organizações e, em muitos casos, até promove incentivos para a abertura desses negócios em determinadas regiões. Dessa forma, as empresas mostram que não estão envolvidas em esquemas de sonegação e lavagem de dinheiro.

Contabilidade (geral e independente)

Por fim, há o próprio segmento da contabilidade que registra, monitora e fornece a documentação necessária sobre patrimônios, declaração de impostos, investimentos, movimentações financeiras, custos de manutenção de empreendimentos, abertura de empresas e afins. É importante ter em mente que quem escolhe essa área pode tanto atuar dentro de organizações quanto realizar esse trabalho de forma independente.

Isto é, como microempreendedor individual ou por meio da organização contábil que tem. Inclusive, a opção de atuação independente é a que facilita a prestação de serviço para pessoas físicas que querem, por exemplo, submeter o imposto de renda, aplicar corretamente o valor de uma herança, reunir informações fiscais sobre as propriedades que têm e por aí vai.

Qual o perfil do profissional da área?

Para finalizar, reunimos algumas das principais soft skills que o contador deve desenvolver e aprimorar desde o período de aulas do curso de Ciências Contábeis e vivência das atividades no campus. Habilidades que facilitam e reforçam a interação social, a ética profissional, o comprometimento com os valores da organização e o comportamento proativo e funcional no ambiente de trabalho.

Dessa forma, quando você estiver no mercado será capaz de passar em processos de recrutamento com mais facilidade, atender às expectativas corporativas no período de experiência e se tornar um colaborador ativo e estratégico dentro da companhia em que atua, tornando-se indispensável para ela. Confira!

Adaptabilidade

A adaptabilidade é uma das soft skills mais valiosas no mundo corporativo. Afinal, o profissional que a apresenta no próprio repertório de competências demonstra uma versatilidade e um potencial único de trabalhar em circunstâncias diferentes, sob variados níveis de pressão, com pessoas de perfis peculiares e com objetivos diversos ao longo da rotina semanal. Um contador desse nível está apto, por exemplo, a assumir cargos de supervisão e direção em empresas com muitas filiais e franquias.

Isso se deve ao fato de ele jamais se restringir à mesma zona de conforto, com equipes que já trabalha há longos períodos, metas fáceis de alcançar e funções que já está habituado. Ao contrário, ele está sempre pronto para desafios e novas jornadas que deem a ele a possibilidade de mostrar e refinar todo o potencial que tem.

Atenção analítica

Outro dos talentos profissionais que o contador deve ter é a atenção analítica. Isso é necessário porque, independentemente do campo de atuação escolhido para a sua carreira, você terá que lidar com softwares, plataformas virtuais, programas, relatórios, registros fiscais, documentos contábeis e muitos mais. Você precisará avaliar meticulosamente ao produzir, encaminhar e, inclusive, ao realizar a auditoria de arquivos online e impressos.

Basta recordar que qualquer erro, por mais inofensivo e bobo que pareça, pode comprometer o bom relacionamento com o cliente, ocasionando atrasos no serviço, dificultando transações, causando prejuízos financeiros e, em casos mais graves, fazendo com que tanto você quanto ele sejam investigados, processados e denunciados aos órgãos competentes.

Trabalho em equipe

Os contadores que atuam em organizações de médio ou grande porte costumam não estar sozinhos no setor contábil-administrativo. Além dele, há mais profissionais da área em diferentes cargos. Isso significa que a resolução de atividades, o desenvolvimento de projetos e a formulação de relatórios para prestação de contas devem ser discutidos em conjunto por toda a equipe. Afinal, não se trata de um trabalho individual, mas representativo de todo um setor.

Portanto, para uma boa convivência interpessoal é preciso saber dar e receber feedbacks, delegar tarefas, solucionar possíveis conflitos de interesses entre os colegas, ser assertivo no compartilhamento de informações e ter empatia com o próximo.

Capacidade de cumprir prazos

Não importa se você estará prestando serviço de maneira autônoma, no próprio escritório de contabilidade ou dentro de uma empresa como colaborador. Em todas essas situações será primordial que você seja capaz de atuar com prazos e, acima de tudo, cumpri-los para entregar a tempo o que é requerido pelo cliente.

Isso porque o tipo de trabalho que você realiza será utilizado por ele em prestações de contas ou atividades que envolvem pessoas físicas e jurídicas, além de, em muitos casos, órgãos federais de fiscalização. Situações que, por sua vez, também contam com prazos para acontecerem e que, caso sejam desrespeitados, podem trazer uma série de complicações legais para quem o contrata.

Negociação inteligente

Todo bom contador deve saber negociar para se manter em destaque no mercado, ainda mais quando ele opta por montar um negócio de contabilidade e precisa formular, manter e expandir gradualmente a cartela de clientes. É a facilidade em negociar contratos, acordos, convenções, parcerias e afins que proporciona um custo-benefício vantajoso para os seus serviços e o coloca na frente da concorrência.

Comunicação flexível

Além do que já foi dito, é muito importante que o contador tenha uma comunicação flexível. “Mas o que significa isso na prática?”, você deve estar se questionando. Basicamente, esse termo se refere à habilidade de um indivíduo em se expressar verbalmente de forma simples e objetiva com todo tipo de pessoa — seja ela do mesmo ramo ou não — sobre o trabalho que realiza e as particularidades do ofício.

Isso ajuda e facilita a interação com aqueles colaboradores que são de outros departamentos e que não têm uma compreensão precisa do que são as Ciências Contábeis e o papel dos profissionais dessa área dentro da organização.

Viu só como o curso de Ciências Contábeis fornece uma formação estratégica, informativa e analítica, preparando-o para atuar em diferentes cenários do mercado e exercendo, inclusive, atividades fundamentais para o cumprimento das leis? Portanto, ao optar por ele, ingresse na UNIFEOB: uma instituição de ensino com boas parcerias no mercado para os estudantes obterem o primeiro estágio, forte apoio à produção científica e extensa variedade de cursos de graduação e pós-graduação para você fazer um currículo vencedor.

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