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Quer ser nutricionista? Confira o guia completo do curso de Nutrição!

18 minutos para ler

A área da saúde sempre foi conhecida por despertar o interesse e a curiosidade de muitas pessoas. Afinal, é um ramo muito estável dentro do mercado, com grande oferta de trabalho em todo o país e com ótimos oportunidades de carreira.

Uma delas, por exemplo, é a de nutricionista que tem crescido (e muito) nos últimos anos graças à atenção que a sociedade tem dado à própria alimentação. Prova disso é que apenas em 2018 se matricularam cerca de 137.316 pessoas no curso de Nutrição, de acordo com análise realizada pelo Ipea.

Se você também tem interesse nessa graduação, saiba que este post foi feito para você. É por esse motivo que aqui estão reunidas informações sobre como é essa formação e, em especial, como funciona o mercado de trabalho para os profissionais da categoria. Acompanhe até o fim e descubra todos os detalhes!

Como é o curso de Nutrição?

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O curso de Nutrição tem duração de quatro anos e pode ser encontrado nos turnos diurno vespertino e noturno.

Quem o faz, estuda a promoção da saúde por meio da alimentação. É justamente por isso que o estudante se aprofunda na composição nutricional dos alimentos e como eles contribuem com esse processo, garantindo o correto desenvolvimento dos indivíduos, a prevenção de enfermidades e a reabilitação deles quando necessário.

Uma vez formado, você poderá contribuir diretamente para o bem-estar dos seus pacientes não só com a prescrição de dietas para diferentes objetivos físicos, psicológicos e estéticos, mas com a reeducação completa dos hábitos alimentares deles.

Tipo de formação

Assim como ocorre em outros cursos da área da saúde (como Psicologia, Medicina, Odontologia, Farmácia e Fisioterapia), a graduação em Nutrição é ofertada exclusivamente no formato de bacharelado. Ou seja, ao concluí-la, você receberá um diploma de bacharel.

O motivo para essa definição é que ela conta tanto com uma carga teórica quanto técnica de conhecimento que são indispensáveis para a formação dos futuros nutricionistas.

Junta-se a isso o fato de que ao longo da jornada acadêmica você será preparado continuamente para a prática profissional que demanda habilidades e competências para lidar com diversos colegas do ramo da saúde e, em especial, com as demandas de múltiplos pacientes todos os dias.

Matriz curricular

A matriz curricular do curso de Nutrição traz uma grande quantidade de biologia e química — e isso não é à toa. Afinal de contas, ao longo dos semestres você estudará bastante os aspectos orgânicos do corpo humano e como os nutrientes provenientes dos alimentos e/ou de produtos (como os suplementos, os fármacos e os fitoterápicos) intervém positiva ou negativamente neles.

Além disso, também há um aprofundamento em questões legais envolvendo saúde, fiscalização sanitária e indústria alimentícia, já que os nutricionistas estão diretamente relacionados a esse mercado. É por esses motivos que você verá disciplinas como:

  • Anatomia e Histologia;
  • Nutrição e Metabolismo;
  • Química Geral;
  • Nutrição e Dietética;
  • Avaliação Nutricional;
  • Parasitologia;
  • Microbiologia e Imunologia;
  • Epidemiologia e Saúde Pública;
  • Gestão em Unidades de Alimentação e Nutrição;
  • Nutrição Materno Infantil;
  • Fitoterapia e Suplementos;
  • Nutrição do Esporte;
  • Higiene, Legislação e Vigilância Sanitária.

Estágios

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Por se tratar de um curso na área da saúde e a prática profissional envolver o contato constante com pacientes, os estudantes de Nutrição realizam uma média de três estágios durante a formação acadêmica.

Eles são fundamentais porque, por meio deles, se vivencia tudo aquilo que já foi estudado e debatido nas aulas e, acima de tudo, porque eles lhe oferecem a chance de você passar por diferentes áreas de atuação do nutricionista.

Dessa forma, a sua preparação para o mercado de trabalho se torna muito mais dinâmica e abrangente, pois você compreende o funcionamento de múltiplos segmentos, tem a experiência de trabalho em ambientes diversos, cria uma rede de contato com profissionais formados e, ainda, desenvolve habilidades que contribuirão para a sua carreira.

Qual o perfil do profissional dessa área?

Para impulsionar a carreira, conseguir boas oportunidades no mercado, ser reconhecido pelo trabalho diferenciado e conseguir fidelizar os pacientes — que não só voltarão para os retornos e demais consultas, como também o divulgarão para conhecidos e ajudarão a lotar a sua agenda —, os nutricionistas precisam adquirir e desenvolver um perfil muito específico de atuação.

Um perfil que é marcado por competências que fazem toda a diferença em qualquer ambiente laboral pelo qual ele passe. Abaixo, você confere quais são elas e o porquê de serem tão importantes. Veja!

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Empatia

A primeira delas é a empatia. Isso porque você lidará com inúmeras pessoas diariamente. Indivíduos que o procuram para mudarem o estilo de vida, transforarem o próprio corpo, terem mais saúde, superarem alguma doença ou transtorno mental e por aí vai.

Ou seja, é preciso estar disposto a ouvir o que essas pessoas têm a dizer, saber atender e avaliá-las conforme as peculiaridades que apresentam e, quando possível, oferecer o auxílio necessário para que a meta delas seja alcançada.

Atividades que só serão possível se você for capaz de se identificar com o paciente, compreender as dores dele e não dispensar julgamentos ou premissas moralistas pelo que ele é e/ou representa. Para ser um bom profissional da saúde é preciso se conectar com o outro com compaixão, respeito e igualdade.

Comunicação clara, objetiva e adaptável

Uma segunda competência fundamental é a comunicação clara, objetiva e adaptável — e já é possível imaginar o motivo.

Como profissional da saúde, você deve saber explicar e até mesmo ilustrar as dietas que recomenda, as mudanças de hábitos que sugere e os produtos que indica para as pessoas para que elas realmente consigam assimilar as informações.

Do contrário, com o uso constante de uma linguagem rebuscada e com termos técnicos, o acompanhamento nutricional pode se tornar aversivo, não passar confiança e, a longo prazo, afastar totalmente os pacientes.

Capacidade de cooperação

Outro ponto relevante é a capacidade de cooperação. Isso porque, independentemente do seu local de trabalho, você estará cercado por uma equipe. As suas atividades, embora sejam desempenhadas sem interferência dos demais colegas, não têm efeito sozinhas. É justamente o oposto: ela faz parte de um grande espectro.

Para exemplificar, imagine um paciente identificado com depressão. Além de se consultar com um psiquiatra para o uso de fármacos controlados, com um psicólogo para fazer terapia e com um educador físico para se exercitar regularmente, ele também deve passar pelo consultório de um nutricionista para rever a alimentação.

Ou seja, atendimentos isolados e com foco em promover o bem-estar psicoemocional e físico para essa pessoa, mas que só são realmente eficazes quando estão todos integrados, sendo realizados paralelamente.

Interesse em se atualizar

Por fim, o nutricionista deve se manter sempre curioso e com vontade de aprender mais, não abrindo mão de investir em uma pós-graduação. Ter esse interesse constante é fundamental para que ele possa aperfeiçoar os conhecimentos que já tem e aprimorar técnicas de trabalho.

Além disso, por meio da formação continuada é possível saber de antemão as novidades em suplementação e produtos fitoterápicos que são lançados pela indústria farmacêutica e, assim, ficar por dentro de pesquisas e estudos científicos que apontam novas descobertas sobre dietética, nutrientes, hábitos alimentares etc.

Como é o mercado de trabalho para o profissional formado?

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Agora, você vai conferir algumas informações importantes sobre o mercado de trabalho dos nutricionistas, que envolvem não somente média salarial e jornada laboral, mas também o procedimento necessário para atuar de forma legal. Fique atento a elas!

Cadastro nos Conselhos Federal e Regional de Nutricionistas

Após concluir a sua graduação, você será um nutricionista. Contudo, isso não significa que você pode exercer, de fato, a profissão. Para isso, é necessário fazer uma inscrição no Conselho Regional de Nutricionistas (CRN) do qual o seu estado faz parte. Ao todo, existem 10 no Brasil e todos eles estão sob a alçada do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN).

Esse é um procedimento padrão presente em muitas áreas, especialmente na da saúde. Isso porque esses órgãos têm o objetivo de assistir, regulamentar, fiscalizar e disciplinar o exercício da profissão, as normas que a regem, a ética da categoria, o padrão de atendimento e prestação de serviços e as informações que são transmitidas ao público.

Portanto, uma vez recebido o seu diploma, procure o CRN da sua região e efetue sua inscrição online com o envio da cópia de alguns documentos. Após o deferimento, você receberá o seu registro oficial que permitirá que você seja contratado por instituições públicas, companhias hospitalares, empresas privadas e afins.

Média salarial e jornada de trabalho

Já em relação aos ganhos de um profissional da área, saiba que, segundo uma sondagem em mais de 15 mil vagas disponíveis no país, realizada pelo portal Salário, a média brasileira de rendimentos de um nutricionista ficou em torno de R$ 2.858,69 para uma rotina semanal de trabalho de 40 horas. Porém, é claro, alguns estados se sobressaem a essa média.

É o caso, por exemplo, de Rio de Janeiro (R$ 3.266,19), Roraima (R$ 3.594,08), São Paulo (R$ 3.112,44) e Goiás (3.110,01). Além disso, é importante ressaltar que esse levantamento analisa cargos ofertados pelo mercado no regime CLT. Ou seja, aqueles que são concursados não são contabilizados.

Para eles, a faixa de ganhos é, muitas vezes, superior a esse valor já que é possível exercer funções variadas não apenas em instituições públicas municipais, regionais e federais, como também, nas Forças Armadas.

Quais são as possibilidades de atuação do Nutricionista?

Depois de falarmos como é o curso de Nutrição, o perfil do profissional dessa área e quais são as expetativas que um recém-formado pode ter quanto ao mercado de trabalho, chegou o momento de abordarmos quais são as suas possibilidades de atuação após se graduar.

Afinal, esse é um ramo que conta com uma boa variedade de segmentos que, por vezes, os vestibulandos desconhecem. Por isso, chegou a hora de se inteirar a respeito deles. Confira!

Nutrição clínica

A nutrição clínica é, certamente, o segmento mais conhecido dentro da profissão. Quem opta por ela se dedica a prestar atendimento a pacientes por meio de consultas particulares, conveniadas com plano de saúde ou arcadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em hospitais, consultórios, clínicas, postos, ambulatórios etc.

O profissional é responsável por avaliar quem o procura e as respectivas necessidades da pessoa — que podem estar ligadas a doenças crônicas e problemas de saúde diversos, a transtornos psicológicos ou serem meramente estéticas, por exemplo. Para tanto, ele recomenda o uso de produtos com fins nutricionais, faz acompanhamento dietético, controle nutricional e presta suporte na renovação de hábitos alimentares.

Nutrição hospitalar

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A nutrição hospitalar, por sua vez, é o campo no qual o profissional planeja e supervisiona as refeições que serão disponibilizadas para os pacientes internados em instituições hospitalares, como é o caso de gestantes, indivíduos diagnosticados com câncer ou doenças terminais, vítimas de acidentes, pessoas que realizarão procedimentos cirúrgicos etc.

Em muitos casos, o nutricionista precisa fazer um acompanhamento individualizado com esses pacientes de acordo com o quadro de saúde deles para garantir que a alimentação consiga reabilitá-los ou, pelo menos, atenuar indisposições e contribuir para a ação dos fármacos.

Para isso, é necessário um estudo aprofundando da interação dos nutrientes com medicamentos e da dietética focada na ala desejada (oncológica, pediátrica, endocrinológica etc.).

Nutrição esportiva

O campo da nutrição esportiva é um derivado da nutrição clínica. Isso porque quem o escolhe atua majoritariamente em consultórios e clínicas com atendimento particular. Contudo, também é possível encontrá-lo em clubes esportivos, centros de treinamento de alto rendimento e academias.

Para completar, a avaliação feita tem um objetivo específico: o de identificar o tipo de dieta e de suplementação a ser feita para que o paciente possa alcançar a hipertrofia, melhorar o metabolismo energético, aumentar a disposição e a resistência física e/ou potencializar o próprio desempenho durante a prática (contínua ou intercalada) de exercícios.

Não é à toa que muitos atletas amadores e principalmente profissionais fazem acompanhamento nutricional durante a carreira. Dessa forma, podem alcançar uma melhor performance na atividade esportiva que praticam (fisiculturismo, futebol, natação, basquete, tênis etc.).

Nutrição voltada à alimentação coletiva

Por outro lado, a nutrição voltada à alimentação coletiva engloba as atividades que o profissional desempenha quando não atua no setor de saúde, mas sim em ambientes diversos, como escolas públicas e privadas, organizações corporativas, redes de hotelaria, casas de repouso, franquias de restaurantes, complexos de entretenimento e lazer etc.

Nesses espaços, ele é o responsável por elaborar o programa nutricional que guiará o desenvolvimento do cardápio servido nos locais. Dessa forma, as refeições poderão, por exemplo, contribuir ativamente para a melhora do desempenho das pessoas nas respectivas atividades que realizam, além da redução dos níveis de estresse e ansiedade.

Nutrição aplicada à qualidade dos alimentos

Na nutrição aplicada à qualidade dos alimentos, o nutricionista tem a oportunidade de trabalhar em dois setores distintos. O primeiro, é a indústria alimentícia, desenvolvendo produtos de acordo com as demandas de nicho de mercado (alimentação vegana, vegetariana, livre de glúten, sem açúcar, sem lactose e derivados etc.) e produzindo os relatórios de valores nutritivos de cada alimento.

Lembrando que esses dados, posteriormente, são veiculados nas embalagens das comidas. Já o segundo é a vigilância sanitária. Aqui, ele atua fiscalizando o enquadramento de indústrias, transportadoras, redes de restaurante, supermercados, frigoríficos e afins às regras estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em caso negativo, ele pode aplicar multas e até suspender o funcionamento do estabelecimento por prazo determinado até a adequação do local.

Nutrição aplicada à gastronomia

A nutrição aplicada à gastronomia, como o próprio nome sugere, funciona como uma mescla de dois ramos muito próximos. Aqui, o profissional emprega o conhecimento dele sobre a bioquímica dos alimentos, a dietética e as necessidades nutricionais dos seres humanos na preparação de menus personalizados para pacientes.

É um ramo que tem crescido bastante, especialmente com o aumento da população vegetariana e vegana no mundo — correntes que promovem reestruturações significativas não só nos hábitos alimentares, como no estilo de vida das pessoas. Só no Brasil, por exemplo, eles já representam 14% dos cidadãos, segundo levantamento do IBOPE.

Além disso, há os indivíduos que têm intolerâncias e/ou restrições alimentares e requerem refeições específicas para não desenvolverem problemas de saúde, o que só aumenta o leque de trabalhos nesse segmento.

Nutrição voltada para a docência e pesquisa

Se trabalhar com o que gosta para você é estar envolvido com a docência, saiba que essa também é uma alternativa após a sua graduação. Isso porque, uma vez formado, dá para realizar um mestrado e se tornar professor universitário.

A partir daí, você terá um leque de possibilidades dentro dos centros universitários instruindo os estudantes, desenvolvendo projetos de extensão e se envolvendo com a iniciação científica.

Vale comentar que é muito comum que os docentes sejam concursados e ainda atuem com a coordenação e o planejamento pedagógico do curso para o qual lecionam. Outro caminho a ser seguido é realizar um doutorado e investir na pesquisa e na produção de conhecimento acadêmico. É, sem dúvidas, uma carreira promissora e desafiadora!

Consultoria de nutrição

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Por fim, você ainda tem a possibilidade de atuar como consultor de nutrição que é uma área relativamente nova e ligada aos meios de comunicação e à mídia. Basicamente, o nutricionista que se dedica a ela pode prestar serviço terceirizado ou ser contratado por emissoras (de tv e rádio), serviços de streaming, portais e jornais (impressos ou digitais).

Nesses locais, ele auxilia a formulação de pautas, matérias, quadros e programas que envolvam a temática da alimentação e a representação de profissionais do ramo. Em alguns casos, ele também participa efetivamente da realização desses materiais.

Dessa forma, garante-se que o que está sendo veiculado está em conformidade com as boas práticas da categoria e o que é estabelecido e defendido pelo Conselho Federal de Nutricionistas em todo o âmbito nacional.

Como escolher a melhor instituição de ensino para cursar Nutrição

“Até aqui, aprendi bastante sobre a graduação em Nutrição e o que posso esperar dela. Porém, qual faculdade escolher para cursá-la? O que devo avaliar antes de me decidir por uma ou outra instituição de ensino?”, você deve estar se questionando — e com total razão.

Isso porque o local em que você estuda não influencia apenas no que é visto em sala de aula e na relevância que esses conteúdos têm para a área, mas também nas experiências acadêmicas e profissionais que você tem durante a sua formação.

Portanto, optar por um centro universitário sério, com reconhecimento pela excelência em educação e com vasta oferta de cursos para uma formação continuada é imprescindível para respaldar o seu currículo e preparar você adequadamente para o mercado.

Para tanto, avalie o desempenho da faculdade no MEC por meio dos indicadores de desempenho e qualidade que o órgão utiliza. São eles: Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição. Quanto mais altos os resultados, melhor.

Aproveite também e faça uma visita ao seu possível campus para verificar de perto a estrutura dele e o que ele oferta, como complexo de laboratórios, biblioteca (e o acervo disponível), clínica escola etc.. Outros pontos que devem ser avaliados são o corpo docente (e o histórico profissional deles) e as ementas das disciplinas presentes na grade curricular.

Vale reforçar que é interessante se informar se o centro universitário tem iniciativas para fomentar o seu desenvolvimento educacional e ético, inclusive a nível internacional. A UNIFEOB, por exemplo, dispõe de vários projetos nesse sentido, como Egressos, Responsabilidade Social, Carreiras e Internacionalização.

Isso sem falar que a instituição ainda tem o Programa Talentos que conta com parcerias com empresas locais e nacionais para seleção dos estudantes para estágios nessas companhias. Uma oportunidade única e que contribui para a profissionalização dos acadêmicos desde cedo.

Para concluir, não deixe de conversar com quem estuda e já estudou na instituição, pois eles fornecerão informações preciosas sobre o andamento da graduação e os principais desafios que ela traz para os estudantes.

Ao longo do post, você viu que o curso de Nutrição o capacita, continuamente, desde o primeiro dia de aula, para um ramo de suma importância dentro da área da saúde: o da alimentação e dos benefícios que ela gera para o corpo e a mente.

Portanto, se você já tem interesse na área e ficou ainda mais animado ao ler todas essas informações sobre a graduação e o mercado de trabalho, não perca tempo e invista na sua formação em uma instituição de excelência que o ajude a ser um universitário de sucesso!

Curtiu saber mais sobre o curso de Nutrição? Então não deixe de conferir quais são as opções de financiamento estudantil que você tem para realizar a sua graduação!

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