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Afinal, existe idade certa para iniciar uma graduação?

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Ao terminar o colégio, muita gente acaba compartilhando a mesma experiência: adiam o sonho de fazer uma graduação para entrar no mercado de trabalho e alcançar a independência financeira. O tempo passa, mas a vontade continua.

Afinal, como sabemos, uma formação acadêmica impulsiona a sua carreira, o qualifica para cargos com atuação específica e ainda permite que você mude de área. No entanto, eis que surge um empecilho: aquela velha (e ultrapassada) ideia de achar que há uma idade para estudar e frequentar uma instituição de ensino superior.

Se você também já se pegou pensando ou até mesmo acreditando nisso, acompanhe o nosso post até o fim. Neste texto, vamos mostrar que isso não passa de um mito e que o ambiente universitário é bastante democrático e inclusivo com todas as faixas etárias!

Quando começar uma graduação?

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Sim, muita gente começa a graduação logo que termina o ensino médio, porém, seguir esse caminho não é uma regra e jamais pode ser tomado como a única possibilidade. Pensar assim é um erro! Basta lembrar que há diversos fatores influenciando nessa decisão.

Por exemplo, há quem esteja indeciso sobre que curso fazer, quem queira estudar em outra cidade ou mesmo outro estado e precise se preparar para essa mudança, quem quer tirar um ano sabático antes de se dedicar a uma formação de nível superior, entre outros motivos. Isso sem falar, é claro, que há muitos indivíduos que acabam constituindo família, tendo que trabalhar em período integral, assumindo o negócio familiar e por aí vai.

Portanto, o ideal é começar a graduação quando você realmente encontra o curso certo, sente que está preparado para acompanhar o ritmo de estudo que ela exige e tem tempo disponível para frequentar as aulas e participar das atividades acadêmicas.

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Quais são os benefícios de fazer uma graduação um tempo após o ensino médio?

Ingressar em um centro universitário algum tempo após o término do colégio pode ser algo bastante proveitoso. Afinal, é natural que você amadureça e tome decisões de maneira mais concisa e consciente.

Com isso, a sua escolha por uma graduação, em vez de outras possibilidades, sofrerá menos influência de pressões externas e partirá mais de uma reflexão crítica sobre que carreira você realmente quer seguir e com o que deseja trabalhar.

Ah, e tem mais: você já terá experiência de mercado — mesmo que não seja na área de formação —, o que ajuda a entender melhor as demandas das empresas, as habilidades e competências que elas procuram nos recém-formados e como funcionam os processos de seleção e recrutamento.

Como está o cenário atual dos centros universitários?

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Há pouco, falamos que não há idade para estudar. Ao contrário, tudo depende do seu interesse em se aperfeiçoar e investir na própria carreira. No entanto, muitas vezes os números falam mais do que as palavras, não é verdade? Por isso, trouxemos alguns dados divulgados pelo MEC sobre o cenário atual da formação acadêmica no país.

Segundo o levantamento realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), conhecido como Sinopse Estatística da Educação Superior, em 2018 houve nada mais, nada menos que 8.450.755 matrículas no ensino superior em todo o Brasil. Desse número, 2.077.481 foram em instituições públicas e 6.373.274 em instituições particulares.

Para se ter ideia, a publicação mostra que entre os matriculados havia desde indivíduos com menos de 18 anos até pessoas com mais de 65 anos. Nos centros universitários públicos, por exemplo, cerca de 425.009 estudantes têm acima de 30 anos (ou seja, 20,45% do total). Já nos particulares, o resultado é ainda mais expressivo: cerca de 2.064.002 têm 30 anos ou mais (ou seja, 32,38% do total).

Portanto, isso mostra por “A + B” que os espaços acadêmicos são bem diversificados e ocupados por pessoas das mais diferentes faixas etárias. Gente que, assim como você, que quer dar uma guinada na carreira, expandir o conhecimento e, inclusive, se recolocar no mercado por meio da capacitação para outras áreas.

Como se organizar para conciliar estudo e trabalho?

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Estudar e trabalhar simultaneamente é a realidade de muitos universitários, especialmente quando se tratam das pessoas que adiaram a decisão de começar a graduação para entrar no mercado de trabalho. Isso sem mencionar aqueles que estão fazendo um segundo curso ou realizam uma pós-graduação para ter uma formação mais completa.

Um dos grandes desafios de quem concilia as duas atividades na rotina diz respeito justamente sobre como se organizar para otimizar o tempo, não deixar as tarefas acumularem, não faltar as aulas e o principal: não preterir a vida acadêmica por conta da profissional e vice-versa. Por isso, reunimos algumas dicas para ajudá-lo:

  • evite procrastinar: não adie suas tarefas ou o seu estudo se não há um forte motivo para isso. Ao procrastinar, você deixa os seus afazeres acumularem, o que pode prejudicar o seu desempenho na graduação, levá-lo a tirar notas baixas e comprometer, até mesmo, o seu trabalho na empresa em que atua;
  • crie um cronograma semanal: para definir o tempo livre para relaxar, o momento certo para descansar e os períodos para estudar, revisar a matéria e realizar as demais atividades do curso;
  • opte por um curso EAD: caso o seu horário de trabalho não permita que você faça um curso presencial por coincidir com o turno em que ele acontece, por exemplo, faça uma graduação a distância. Assim, você pode acompanhar as aulas de casa e montar a própria rotina de estudos.

Como deu para perceber, a crença de que há idade para estudar é totalmente infundada. Tanto é que cada vez mais aumenta o número de estudantes acima dos 30 anos. O que existe, de fato, é vontade de se qualificar para o mercado e conquistar as melhores oportunidades de trabalho. Por isso, procure uma instituição de ensino séria, premiada e de qualidade reconhecida, como a UNIFEOB, para começar a sua graduação e conquistar seus objetivos.

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