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Afinal, como descobrir qual faculdade que você deve fazer?

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“Qual faculdade fazer?” — essa é uma pergunta que não sai da cabeça de muitos jovens, principalmente quando o ensino médio se aproxima do fim e a preparação para o vestibular se intensifica cada vez mais.

Muitos se sentem perdidos de tão indecisos entre dois ou mais cursos, enquanto outros ficam angustiados por ainda não terem identificado nenhuma área da qual realmente gostem.

Também se encontra nessa situação? Pois não se preocupe! Neste post, listamos dicas realmente eficientes para ajudá-lo a pôr fim a qualquer insegurança e indeterminação que surge nesse momento para você conseguir fazer a escolha certa. Acompanhe e se inspire!

Escolhendo a profissão

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Escolher qual faculdade fazer e, consequentemente, qual profissão seguir é um momento que requer não só convicção da sua parte, mas, acima de tudo, vontade. Afinal, você está decidindo o rumo que dará a sua vida pessoal e profissional após sair do colégio.

Por isso, é fundamental refletir com calma sobre as suas opções, não agir por impulso, não deixar que influências externas (como a de familiares e amigos) ditem qual será a sua decisão e fazer um exercício contínuo de olhar para si mesmo para descobrir seus objetivos, desejos e aptidões.

4 dicas para facilitar esse momento

Neste tópico, você verá dicas que o ajudarão a descobrir qual faculdade fazer. Por isso, fique atento ao passo a passo que elas sugerem, pois algumas envolvem uma postura mais ativa e dedicada para pesquisar e correr atrás de informações sobre áreas que lhe interessam ou podem ser do seu agrado. Confira!

1. Reconheça quais são as suas habilidades e os seus interesses

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Para começar, reconheça quais são as suas habilidades e principalmente os seus interesses. Isso porque essas características ajudam a traçar qual é o seu perfil (empreendedor, artístico, comunicativo, tecnológico etc.) e a indicar profissões que você pode ter uma maior aptidão para exercer.

Por isso, pegue uma folha de papel e faça duas colunas, uma para cada categoria. Depois, preencha elas com o que lembra ou identifica, assim como no exemplo abaixo:

  • habilidades: ter bom domínio do português escrito e falado, ter facilidade para interagir socialmente, ter um bom raciocínio crítico e reflexivo, ter facilidade para aprender novas línguas etc;
  • interesses: gostar de ler e de escrever, quer se envolver em causas sociais, quer lidar constantemente com pessoas no trabalho etc.

Analisando as habilidades e os interesses mostrados, podemos dizer que o indivíduo se encaixaria bem nos campos da pedagogia, da psicologia ou do direito.

2. Pesquise informações sobre o mercado de trabalho

Mesmo que você não tenha definido uma área específica na qual gostaria de atuar, vale a pena listar todas as profissões que em menor ou em maior grau despertam a sua curiosidade. A partir daí, pesquise a respeito do mercado de trabalho para cada uma delas.

Informe-se, por exemplo, que tipo de atividades elas exercem, em que locais atuam, quanto ganham por mês, como é o volume de novos empregos e concursos públicos, em que cidades ou regiões do país são mais requisitadas, como funcionam os conselhos regionais e federais de cada categoria e muito mais.

Por mais que essa pesquisa leve um pouco de tempo, ela será muito útil para você entender mais a fundo esses ramos, ficar por dentro de que tipo carreira eles oferecem e descobrir possíveis incompatibilidades do seu perfil com cada área.

3. Converse com profissionais que já atuam na área

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Outra dica bastante útil é conversar com gente que trabalha nas áreas que lhe interessam. Isso porque ninguém mais apropriado do que eles para falar da experiência que tiveram como acadêmicos e, principalmente, da vivência que têm enquanto profissionais formados e atuantes nessas categorias.

Eles poderão falar dos desafios de cada profissão, comentar sobre habilidades e competências que você deve desenvolver para se destacar no meio, apontar os segmentos que são mais procurados no momento para especialização, dar dicas de empresas onde é bom estagiar para ter um currículo de peso e muito mais.

O bom é que esses profissionais podem ser pais de amigos, indivíduos que atuam na sua escola ou pessoas que participaram de palestras e eventos nos quais você esteve.

Além disso, a internet também é de grande ajuda, já que muitos arquitetos, advogados, psicólogos, nutricionistas e afins têm redes sociais (como o Facebook e o Instagram), canais no YouTube, blogs e aplicativos para conversar com seguidores, pacientes e interessados nos ramos em que eles atuam. Por isso, aproveite esses canais de comunicação!

4. Participe de feiras de profissões

Por fim, não deixe de participar de feiras de profissões que são realizadas em parcerias entre colégios e centros universitários. A UNIFEOB, por exemplo, não só promove palestras informativas e participa ativamente desses eventos, como também conta com a iniciativa Universo UNIFEOB.

Por meio dela, os estudantes do ensino médio têm a oportunidade de conhecer o campus da instituição, o modelo de projeto pedagógico adotado por ela e se inteirar a respeito dos cursos que são ofertados.

Para completar, os jovens podem compreender melhor como é o mercado de trabalho para cada carreira e, de quebra, ter contato com os universitários — que compartilham curiosidades e informações sobre vestibular, graduação, estágios, cursos de extensão etc.

Processo de orientação profissional

Por fim, se mesmo com as dicas apresentadas e todo o processo de pesquisa e contato com profissionais do mercado ainda houver dúvidas sobre qual faculdade fazer, não hesite e procure uma orientação profissional.

No programa Relacionamento UNIFEOB, por exemplo, estudantes que estão passando por dificuldades na escolha de uma carreira contam com diversas ações promovidas pela instituição de ensino para superar essa indefinição e darem o próximo passo na formação. Entre elas, está a aplicação de uma sondagem profissional com testes vocacionais que o ajudam a identificar áreas compatíveis com o seu perfil.

Como mostrado, definir qual faculdade fazer é uma decisão que deve ser tomada levando em conta o seu perfil, desconsiderando pressões externas e com o máximo de informações sobre o mercado de trabalho e as suas futuras possibilidades de atuação. Além disso, quando necessário, uma orientação vocacional é mais do que bem-vinda para ajudá-lo a se certificar do que é melhor para o seu percurso profissional.

Gostou do texto e quer conhecer mais sobre os cursos, a estrutura e os diferenciais acadêmicos da UNIFEOB? Pois aproveite e entre em contato com a gente!

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